
2010-12-16
2010-12-08
Procuro...
Parece perdido.
Por montes
e vales
Caminho apressado
Nem prendas
Nem saco
Nem trenó
Nem renas
Sinto-me cansado!
,,,..
Mas vou com esperança
Sem desanimar
E tenho a certeza
Que ao fundo da estrada
O vou encontrar
Carolina
Música: Pavaroti em "Jesus Bambino"
2010-12-04
2010-11-30
As Receitas da "tia Carol"
DOURADA DE ESCABECHE
-Abre-se a boca da dourada e enfiam-se-lhe 4 lexotans, para ela se deixar escamar sem estrebuchar.
-Aparam-se-lhe as barbatanas dorsais para que não nos arranhem a goela.
-Ergue-se-lhe a barbatana anal e metem-se-lhe 2 supositórios Rectro-Pulmon, para se lhe acabar com a tosse.
-Olha-se o dito animal bem no fundo dos olhos, para que fique hipnotizado.
-Aproveita-se este estado de "lassidão", para meter a dourada na caçarola. A palavra caçarola é mais "musical" que o tradicional tabuleiro, assim sendo, anima o cozinhado.
-Molho de coentros para cima do bicho.
-Rodelas de cebola por baixo do bicho.
-Batatinhas sem pele, dos lados do bicho.
-Regadela de azeite.
-Polvilhação de sal.
-Forno ligado.
(Enquanto assa, fazem-se-lhe festinhas na guelra para que não acorde do seu sono hipnótico, cantando-se baixinho:
" Faz ó-ó meu peixinho, que o PAPÃO logo vem, la la la la la la ....")
Assim que estiver assada come-se num ápice, não vá ela dar o salto, e estragar-nos o festim.
Acompanha-se com um tintinho "Quinta da Boa Vida" e ... 3 pastilhas Rennie.
Ai é verdade, reguem-na com um vinagrito! (Não há escabeche, nem descabeche, sem vinagre!)
BOM APETITE!!!
(Reposição de uma postagem de 2005)
2010-11-22
Exposição de Pintura
Despertar Emoções
Todos somos seres contemplativos.
Quantas vezes me encantaram os cambiantes de uma qualquer flor silvestre, ou a expressão "viva" de uma folha morta que o vento abanou... ou, até um rasgo de luz espelhado na água!...
Nos meus trabalhos quero mostrar-vos coisas simples que, de alguma forma, "faiscaram" o meu olhar.
Esta é a principal linguagem da pintura.
COMUNICAR E DESPERTAR EMOÇÕES.
Quantas vezes me encantaram os cambiantes de uma qualquer flor silvestre, ou a expressão "viva" de uma folha morta que o vento abanou... ou, até um rasgo de luz espelhado na água!...
Nos meus trabalhos quero mostrar-vos coisas simples que, de alguma forma, "faiscaram" o meu olhar.
Esta é a principal linguagem da pintura.
COMUNICAR E DESPERTAR EMOÇÕES.
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Pinturas de Mª Madalena Patrício Palminha, expostos no Restaurante "Covas" em Santiago do Cacém, até 21 de Dezembro/2010.
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(Clique em cada uma das imagens para as ver com mais pormenor)
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Vista de Sines
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Tirando cortiça - Vale Seco
Monte da porta azul
Santiago do Cacém, Centro Histórico
Capela de S. Pedro - Santiago do Cacém
Porto Covo
Limões do meu quintal

Estevas em flor
Abstracto "Caminhos"
As cores do "Selvagem"barco de Sines
Barco- Lagoa de Santo André
2010-11-20
2010-11-12
2010-10-31
2010-10-23
Cafezinho matinal
O autocarro da Câmara vai buscá-los ao campo às quintas-feiras para fazerem os seus avios na vila.
Tudo pessoal "já entradote".
Cada um segue a sua vida, mas ele entra sempre no café da Dona Manuela.
Com o bonezinho ao lado, bigode bem aparado e camisa aos quadradinhos, senta-se e pede um cafezinho. Até parece que irá só beber o café, mas... não resiste a pedir também um cálice de aguardente.
Depois, despeja para dentro da chávena um pouco da aguardente e bebe um gole da mistura. E assim vai fazendo até despejar a chávena.
O dia vai correr-lhe bem!
A "patroa" foi às compras e ele espera-a muito consolado, com ar de vender saúde e um rosadinho nas faces!
Quem sabe, não será mais saudável este pequeno almoço do que o meu? Café com leite e torradas?!
É que, olho-me ao espelho e não me vejo de faces rosadas...
......
Música: Forró do Tio Augusto
2010-10-15
Pois é! ...
Ando TRICOTANDO!
As agulhas andam numa azáfama!!!
(
( Imagem da net, os "meus" serão mais bonitos!)
2010-10-06
Branco e preto...
e a vida
passou.
...
Fui criança
e mulher.
....
Agora
quem sou?
....
.....
(Música do filme "E Tudo o Vento Levou")
2010-10-03
100 anos da Répública em Portugal!
Manuel de Arriaga/Ago. 1911/Mai. 1915
Teófilo Braga/Mai. 1915/Out. 1915
Bernardino Machado/Out. 1915/Dez. 19172010-09-27
Leituras...
Sinopse
«A partida de futebol é sempre mais que o resultado. O mais belo num jogo é o que não se converte em pontos de classificação, é aquilo que escapa ao relatador da rádio, são os suspiros e os silêncios, os olhares e os gestos mudos de quem joga dentro e fora das quatro linhas.»
«A partida de futebol é sempre mais que o resultado. O mais belo num jogo é o que não se converte em pontos de classificação, é aquilo que escapa ao relatador da rádio, são os suspiros e os silêncios, os olhares e os gestos mudos de quem joga dentro e fora das quatro linhas.»
Um reencontro com a escrita de Mia Couto num livro que se abre como uma aguarela das terras e das gentes de Moçambique.
2010-09-18
2010-09-10
Pecado Venial...
Não faltava mais nada do que ir revelar tal sigilo!
Vou apenas referir o acompanhamento que lhe poderão dar; por exemplo, ovo estrelado e salsichas.
Preparação:
Num pequeno tachinho (se possível só com uma asinha) ponha um pouco de azeite. Quando este estiver quente, deite-lhe para dentro o ovo e raspe-se. Esconda-se atrás da porta da cozinha (motivo: os espirros do ovo.) Não se esqueça da pitada de sal.
Convem que o ovo não tenha pinto, mas deverá ter sido galado por um galo de porte altaneiro e crista bem vermelhinha.
Em seguida, no mesmo tachinho meta as salsichas. Não se esqueça de as tirar da lata porque esta não caberia no recipiente e além disso seria dura de roer.
Atenção, as salsichas não deverão ser postas docemente no tacho. Devem ser atiradas de uma razoável altura. Se necessário, suba a um escadote. Esta manobrana fará com que a salsicha, assustada, dê um pequeno grito de dor e isso aviva-lhe o paladar.
Disponha tudo num prato, e enfeite o arroz com um raminho de urtigas.
E pronto!
Façam bom proveito!
.......
Estão autorizados a usar esta receita e deliciem-se!
Num pequeno tachinho (se possível só com uma asinha) ponha um pouco de azeite. Quando este estiver quente, deite-lhe para dentro o ovo e raspe-se. Esconda-se atrás da porta da cozinha (motivo: os espirros do ovo.) Não se esqueça da pitada de sal.
Convem que o ovo não tenha pinto, mas deverá ter sido galado por um galo de porte altaneiro e crista bem vermelhinha.
Em seguida, no mesmo tachinho meta as salsichas. Não se esqueça de as tirar da lata porque esta não caberia no recipiente e além disso seria dura de roer.
Atenção, as salsichas não deverão ser postas docemente no tacho. Devem ser atiradas de uma razoável altura. Se necessário, suba a um escadote. Esta manobrana fará com que a salsicha, assustada, dê um pequeno grito de dor e isso aviva-lhe o paladar.
Disponha tudo num prato, e enfeite o arroz com um raminho de urtigas.
E pronto!
Façam bom proveito!
.......
Estão autorizados a usar esta receita e deliciem-se!
2010-09-07
Ceifeira...
os lindos olhos que tem!
Mas o rosto macerado
de andar na ceifa e na monda
desde manhã ao sol-posto,
mas o jeito
das mãos torcendo o xaile nos dedos
é de mágoa e abandono...
Ai Maria Campaniça,
levanta os olhos do chão
que eu quero ver nascer o sol!
....
Mas o rosto macerado
de andar na ceifa e na monda
desde manhã ao sol-posto,
mas o jeito
das mãos torcendo o xaile nos dedos
é de mágoa e abandono...
Ai Maria Campaniça,
levanta os olhos do chão
que eu quero ver nascer o sol!
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Manuel da Fonseca, in Poemas Completos
2010-08-31
Pequeno poema...
por todo o lado
rumorejam fontes
.....
Os olhos
não se perdem na lonjura
aconchegam-se nos vales
...
Abrigam-se nos teus
( Do baú...)
2010-08-20
O Bolinhas...

Mede palmo e meio e é filho de uma cadela sem dono.
Foi, em boa hora recolhido (diria ele se falasse) e veio habitar a vivenda "Mano Zé, Mana Bia", em Sines.
Por agora é brincalhão e "muito porquinho" no que diz respeito a certas necessidades. Esperemos que tome juízo e repare que tem um grande espaço de terra que poderá estrumar à sua vontade.
Dorme no alto da escada na sua casota de pano amarelo. Por vezes rebolam escada abaixo, Bolinhas e respectiva casa.
Passeia-se pelo quintal e faz frente aos gatos que, volta e meia, lhe lançam a pata com ar de poucos amigos. Mas isso é passageiro. Tenho a certeza que serão bons camaradas e farão, juntos, boas tropelias.
E pronto, está apresentado!
Esperemos que cresça saudável e cumpra a sua missão: LADRAR QUANDO VEJA LADRÃO!
Ladrará??? Hum!... Provavelmente meter-se-à na casota em grande velocidade e de rabo encolhido.
2010-08-11
Pequeno poema...
os olhos da cor do mar
são castanhos como algas
já secas
de te esperar
...
meu amor disse que eu era
uma asa de andorinha
sem rumo e sem primavera
riscando os céus
sozinha
....
meu amor disse que eu era
uma gaivota no mar
pedi as asas ao vento
e não te pude
encontrar
...
meu amor disse que eu tinha
na voz uma melodia
como o marujar das ondas
em noites
de maresia
...
Carolina/ sem data
2010-08-04
Exposição de Pintura
De 2 a 31 de Agosto, pode ser visitada em Santiago do Cacém uma exposição de pintura na Biblioteca Municipal Manuel da Fonseca.
.......
«Até 30 de Setembro, acontece também no Auditório Municipal António Chainho, uma exposição de pintura a óleo do atelier Alencores
......
Alencores, é dirigido por três pintores/monitores que dispõem de uma bela experiência da pintura naturalista e que partilham uma filosofia comum do seu ensinamento básico.Charles Hejnal, António Canaria e Madalena Patrício: “No mais profundo de cada artista há um artesão, um trabalhador que ama e conhece bem o material que lhe permite expressar os seus sonhos…conhecer bem a técnica permite pintar sem esforço, fluí à vontade dos sentimentos (...)”.
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Alencores, é dirigido por três pintores/monitores que dispõem de uma bela experiência da pintura naturalista e que partilham uma filosofia comum do seu ensinamento básico.Charles Hejnal, António Canaria e Madalena Patrício: “No mais profundo de cada artista há um artesão, um trabalhador que ama e conhece bem o material que lhe permite expressar os seus sonhos…conhecer bem a técnica permite pintar sem esforço, fluí à vontade dos sentimentos (...)”.
A técnica ensinada é principalmente a pintura a óleo.
O aluno estuda os métodos mais clássicos adaptados aos materiais modernos.»
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