Se me querem ver quieta e calada, passem-me um bom livro para as mãos!Gosto de ler.
Aprendi com muita facilidade, apesar de às vezes confundir os "b" com os "d". Mas, parece-me que isso é de ser ainda muito nova!....
bjhs
A flor-de-lótus (Nelumbo nucifera), também conhecida como lótus-egípcio, lótus-sagrado e lótus-da-índia, é uma planta da família das ninfáceas (mesma família da vitória-régia) nativa do sudeste da Ásia (Japão, Filipinas e Índia, principalmente).Olhada com respeito e veneração pelos povos orientais, ela é freqüentemente associada a Buda, por representar a pureza emergindo imaculada de águas lodosas. No Japão, por exemplo, esta flor é tão admirada que, quando chega a primavera, o povo costuma ir aos lagos para ver o botão se transformando em flor.
Como o meu irmão Álvaro tem uma caixinha com bichos da seda, os meus pais resolveram que eu seria uma lagartinha e puseram-me em cima dumas couves.
Na minha "longínqua"postagem de 07/03/ 2005, falei do Homem do Jipe.
Estes são os dançarinos prisioneiros do Centro de Detenção e Reabilitação da Província de Cebu. Têm imensas coreografias - que fazem sucesso! Muitas no youtube e que foram uma ideia de Byron Garcia, um consultor de segurança do governo da província de Cebu. Ele afirma que a nova rotina de exercícios melhorou "drasticamente" o comportamento dos presos e dois ex-detidos transformaram-se em dançarinos desde então.(As venturas grastronómicas da Carolina e da Natalina...)
Temos-lhe um certo respeito, mais do que respeito, ele intimida-nos. Nunca lhe vemos um sorriso e nunca sabemos se ele ouve ou não os nossos pedidos.
- Senhor Alfredo ( nome fictício), podemo-nos sentar nesta mesa?
E ele, nada! Insistimos na pergunta e ao fim das três vezes sentamo-nos, sempre na dúvida se não estaremos a cometer algum "crime". E ele lá nos vai inquirindo sempre de "carão" e voz grossa o que queremos comer. Timidamente lá vamos respondendo isto, aquilo e aqueloutro... Mas, tudo sem grandes hesitações que ele não tem tempo para... "perdas de tempo".
Pede-se um jarrinho de vinho pequeno e ele traz um maior. Reclamamos, timidamente, e ele responde com a sua voz de poucos amigos:
- Porquê? Não são capazes de beber este? pois, mas assim caímos na tentação de o beber!... Vira-nos as costas sem dar confiança e o pior é que nós vamos bebendo, sem dar por isso o "bendito" jarrinho! No fim pede-se a conta, três vezes, como é da praxe. E ele, ao fim das três, responde lá do balcão onde já anda de vassoura na mão:



