
Nem me atrevo a pôr já outra imagem.
Tenho medo que não resulte.
Mais logo, talvez!...
Atrevi-me e resultou!
Vou tomar um calmante!!!!
São emoções demais para uma sexta- feira!

| Informo os interessados que, hoje (dia 4) no Canal 1 à noite, dará um documentário sobre o poeta moçambicano Reinaldo Ferreira. |
Entrei numa livraria. Pus-me a contar os livros que há para ler e os anos que terei de vida. Não chegam, não duro nem para metade da livraria.
Deve certamente haver outras maneiras de se salvar uma pessoa, senão estou perdido.
No entanto, as pessoas que entravam na livraria estavam todas muito bem vestidas de quem precisa de salvar- se.
(A Invenção do Dia Claro, de Almada Negreiros- edição fac-similada).
| Sabem onde se pode comprar um dia de chuva???... Até a alma, a gente já tem ressequida. Os verdes já perderam o verde. o sol até já se esconde (envergonhado) atrás da lua... Chega de brincarmos aos Verões! Amanhã vamos reivindicar. (Não estamos na época das reivindicações?) Então pessoal, amanhã tudo de chapéu de chuva aberto gritando "em plenos pulmões": QUEREMOS CHUVA! QUEREMOS CHUVA! QUEREMOS CHUVA! (E se por acaso vier um ou outro trovãozito, também será bem recebido!) |
| Por isso, de Eug. de Andrade : ESPERA Horas, horas sem fim, pesadas, fundas, esperarei por ti até que todas as coisas sejam mudas. Até que uma pedra irrompa e floresça. Até que um pássaro me saia da garganta e no silêncio desapareça. |
| "Não vale a pena pisar" O capim não foi plantado nem tratado, e cresceu. É força tudo força que vem da força da terra. Mas o capim está a arder e a força que vem da terra com a pujança da queimada parece desaparecer. Mas não! Basta a primeira chuvada para o capim reviver. (Manuel Rui - Angola) |
| Depois de um dia atribulado, com simulacros de atentados por mar e explosões ( a sério), no prédio em frente, desejo a todos e, especialmente a mim, uma boa noite se possível sem sobressaltos! Até amanhã! |
| O João perguntaria: - Que livro tem à sua cabeceira??? Então, eu informo que vou começar a ler "O Deserto dos Tártaros" de Dino Buzzati. (Com alguma vaidade) direi que a a sua tradutora, Margarida Piriquito, é uma amiga. E vocês??? O que estão a ler? Eu e o João gostávamos de saber... Vá lá, não custa nada: Clica em "chama o jardineiro", depois em "post a comment" e escreve a sua mensagem. Se quiser, clique em "anónimo"(torna- se mais fácil) e finalmente "publish. (Se quiser dizer quem é, assine depois do que escrever.) Fico esperando...(quiçá em vão?...) |
| Feliz canto das aves Sem possível Compreensão; Feliz rumo dos astros Sem possível Desvio; Feliz fúria do vento, Sem possível Arrependimento (Miguel Torga) |