
Divaga entre a folhagem perfumada
E adormece nas brisas embalada.
Aos lagos mostra a sua face nua,
E vai dançar nos palcos vazios da Lua.
Pálida, de reflexo em reflexo desliza,
Não se curvam sequer as ervas que ela pisa.
É ela quem baloiça os lânguidos pinheiros,
Quem enrola em luar as suas mãos
E depois as espalha brancas nos canteiros.
(da SOPHIA)
2 comentários:
Olá menina,afinal a inspiração mesmo com calor, existe.Hoje está um trabalho muito interessante.
bjs da zjesus
Pois, Amiga!
Só que a inspiração é da Sophia de Mello B. Andresen.
bjs e boa rega...
;)
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